Um pouco mais de paciencia

Um petisco!


Chaplin



















Ficha técnica

I) Título original: “The Shawshank Redemptiom” - Um sonho de liberdade.
II) Ano: 1994.
III) Distribuidora: “Columbia Pictures Corporation/Castle Rock Entertainment”,
IV) Diretor: Frank Darabont
V) Duração: 142 min.
VI) Principais atores: Tim Robbins, Morgan Freeman, Bob Gunton e William Sadler.
VII) Nota: 9,2.


Sinopse

Andy Dufresne (Tim Robbins) é um alto executivo condenado injustamente pelo assassinato de sua mulher e do amante dela. É enviado para uma das mais terríveis penitenciárias dos Estados Unidos. Lá, em meio a solidão, violência e sofrimento, tenta melhorar a vida na prisão e faz amizade com o veterano Red (Morgan Freeman), chefe do mercado negro local. Com ele, divide o sonho de fuga. Baseado em um conto de Stephen King, o filme, roteirizado e dirigido com sensibilidade por Frank Darabont e com atuações marcantes, é uma das mais belas e humanas histórias de perseverança e redenção.

Trata-se de uma adaptação do conto de Stephen King intitulado “Rita Hayworth e a redenção de Shawshank”, incluído no livro “Quatro estações”. O mesmo ocorreu com “O outono da inocência”, a originar o filme “Conta comigo” (“Stand by me”, 1986). Ambos narram histórias emotivas sobre a amizade, que nada têm a ver com o universo de terror mais comumente associado ao escritor. O diretor Frank Darabont levou o roteiro de “Um sonho de liberdade” para a “Castle Rock” justamente porque havia sido a produtora de “Conta comigo”. Ele achava que qualquer outra empresa o obrigaria a fazer mudanças na história.

Nessa altura, o diretor de “Conta comigo”, Rob Reiner, leu o roteiro de Darabont e gostou tanto que ofereceu  US$ 2,5 milhões pelos direitos. Darabont considerou seriamente a proposta, mas recusou por julgar ter diante de si a chance de fazer “algo grande”. Reiner, que planejava rodar o filme com Harrison Ford e Tom Cruise, não foi o único a se encantar com o roteiro. Todo mundo que lia queria filmá-lo.

Por isso, o desempenho medíocre na bilheteria foi um banho de água fria em todos os envolvidos. As críticas dos principais jornais americanos também não ajudaram. Diziam que o filme era piegas e ultrapassado. “Foi quase um desastre”, lembra a produtora Niki Marvin. “A imprensa nos provocou por causa do título original, dizendo que era um dos piores que alguém poderia imaginar”. Misso, todos os atores concordam. Cada um coleciona as mais engraçadas confusões com o nome “Shawshank”, que ninguém acertava.

Ao chegar a temporada de prêmios, começaram as surpresas positivas (até certo ponto positivas). “Foram as sete indicações para o Oscar mais silenciosas que eu já vi”., comentou o ator Gil Bellows. Ao fim, o longa metragem não conquistou nenhum.

Assim que saiu em vídeo, no entanto, “Um sonho de liberdade” se tornou o título mais alugado em 1995. Pouco depois, a TNT comprou os direitos de exibição televisiva por um preço bem abaixo ao do mercado pois houvera patrocinado o filme. Este se tornou, por isto, um campeão de reprises da emissora (inclusive no Brasil).

Foi assim que se construiu um dos maiores fenômenos de propagando boca a boca de que se tem notícias. Tim Robbins acredita que, além do título, a frieza da recepção inicial se deve à falta dos atrativos usuais dos filmes americanos: muita ação e perseguições, romance, sexo, atrizes bonitas. Ele gosta de lembrar duas obras-primas que tiveram os mesmos problemas ao serem lançadas: “Cidadão Kane” (“Citizem Kane”, 1941), de Orson Welles e “A felicidade não se compra” (“It’s a wonderful life”, 1946), de Frank Capra.

Prêmios

I) OSCAR: indicações a melhor filme, melhor ator (Morgan Freeman), melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor montagem, melhor música e melhor som.

II) GLOBO DE OURO: indicação a melhor ator em drama (Morgan Freeman) e melhor roteiro.

III) SATURN AWARD (da Academia de Filmes de Ficção Científica, Fantasia e Terror, EUA): indicação a melhor filme de ação ou aventura e a melhor roteiro.

IV) PRÊMIO EDDIE (do Sindicato de Editores de Cinema, EUA): indicação a melhor montagem.

V) SINDICATO DOS DIRETORES DE FOTOGRAFIA DOS ESTADOS UNIDOS: melhor fotografia.

VI) SINDICATO DOS DIRETORES AMERICANOS: indicação a melhor diretor.

VII) SINDICATO DOS ATORES DE CINEMA AMERICANOS: indicação a melhor ator (Morgan Freeman e Tim Robbins).

VIII) SINDICATO DOS ROTEIRISTAS: indicação e melhor roteiro adaptado.

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Ficha técnica
I) Título original: "The Godfather" - O Poderoso Chefão.
II) Ano: 1972.
III) Distribuidora: Paramount Pictures.
IV) Diretor: Francis Ford Coppola.
V) Duração:175 min.
VI) Principais atores: Marlon Brando, Al Pacino e James Caan.
VII) Nota: 9,2. 
 
Sinopse
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