A fase de iluminação – A chamada
“eleição” do objeto amoroso tem sido exaustivamente estudada pelos psicólogos
modernos, e também pelos poetas e filósofos, que nos têm dado descrições e
interpretações às vêzes mais interessantes que os primeiros. Especialmente os
psicanalistas se têm deixado levar, com freqüência, por considerações
precipitadas, teóricas e excessivamente naturalistas. Por outro lado, os poetas
e filósofos têm-no interpretado, em regra geral, de modo mais ingênuo.
Referimo-nos especialmente a um grande poeta e a um grande filósofo espanhóis:
Pedro Salinas e Joaquim Xirau. O primeiro, no poema “Razão de Amor”, e o
segundo, no livro Amor e Mundo,
legaram-nos páginas de beleza e profundida não superadas na descrição das
primeiras fases do “existir” amoroso.
Um petisco!
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
La voz a ti debida
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No, no puedo creer
que seas para mí,
si te acercas, y llegas
y me dices: “Te quiero.”
sábado, 14 de maio de 2011
Mario Vargas Llosa
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Arequipa, Peru, 1936 – (*)
Filho de um cônsul peruano na Bolívia, estudou numa academia militar em Lima, completando sua formação em Filosofia e Letras na Universidade de Madri. Colaborou em periódicos e publicou sua primeira coletânea de contos, intitulada Os chefes, em 1958. Sua consagração como escritor foi imediata a partir do primeiro romance, Batismo de fogo. Temas ligados à realidade peruana estão presentes em todas as suas narrativas. Sua obra contribuiu para dar reconhecimento internacional ao romance hispano-americano. Regressando ao Peru em 1974, o escritor conciliou atividades políticas e produção literária com suas incessantes viagens pelo mundo. Sua obra compõe-se, ainda, de diversos livros de crítica literária, peças teatrais e artigos publicados em diversas línguas, valeram-lhe alguns prêmios literários internacionais.
Obras principais: Os chefes, 1958; Batismo de fogo, 1962; A Casa Verde, 1966; Os filhotes, 1967; Conversa na catedral, 1969; Pantaleão e as visitadoras, 1973; Tia Júlia e o escrevinhador, 1977; A guerra do fim do mundo, 1981.
A longa espera de Dona Felicidade
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Quando ouviu o nome, a idade e
o tempo em que está na fila à espera do pagamento de um precatório, o deputado
Frederico Antunes (PP) quase não acreditou. Felicidade Camargo Machado, 105
anos, diz que está na peleia pelo pagamento de uma dívida do Estado desde a
morte do presidente Getúlio Vargas. Dona Felicidade não é uma abstração, nem
apenas mais uma estatística dos credores que envelhecem sem ver a cor do
dinheiro que lhes é devido.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
O guardador de rebanhos - Sétima Ode
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Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidades as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.
__________
Disponível em (PESSOA, FERNANDO. Poemas de Alberto Caeiro: obra poética II. Organização de Jane Tutikian. Porto Alegre: L&PM, 2009, p. 43).
Capítulo dos Chapéus
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Musa,
canta o despeito de Mariana, esposa do bacharel Conrado Seabra, naquela manhã
de abril de 1879. Qual a causa de tamanho alvoroço? Um simples chapéu, leve,
não deselegante, um chapéu baixo. Conrado, advogado, com escritório na Rua da
Quitanda, trazia-o todos os dias à cidade, ia com ele às audiências; só não o
levava às recepções, teatro lírico, enterros e visitas de cerimônia. No mais
era constante, e isto desde cinco ou seis anos, que tantos eram os do
casamento. Ora, naquela singular manhã de abril, acabado o almoço, Conrado
começou a enrolar um cigarro, e Mariana anunciou sorrindo que iao pedir-lhe uma
coisa.
O Direito hoje e com que sentido?
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Ninguém
pensará que me atrevo a um excesso de originalidade se disser que o direito se
nos revela hoje fortemente problemático. E no sentido exactamente de que se
volveu um problema – e problema
radical. É que não suscita já só a interrogação pela determinação e
fundamentação do ser direito, i. é tanto a interrogação ontológica
(“ontológica” no sentido tradicional ou de intenção verdadeiramente só ôntica,
e a traduzir-se em diversos ontologismos) como a interrogação pelo seu
fundamento normativo. Pois seja embora esse já um perguntar que ao direito em
si se dirige, e por isso se pretende fundamental, não ele de pressupor
subsistente (e subsistente num qualquer seu essencial sentido) o direito
interrogado e que apenas se haveria de ontologicamente e fundamentantemente
compreender. Ora é esta tranquilidade de pressuposição (pressuposição de ser e
de sentido, ainda que porventura por esclarecer esses mesmos ser e sentido) que
não pode se ra nossa hoje. A problematicidade actual do direito vai ao ponto
de atingir inclusivamente a sua subsistência, o qua tale do direito, ao pôr justamente em causa não só o seu
verdadeiro sentido, mas a possibilidade mesma do seu sentido.
A existência do outro
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I – Problema
Descrevemos
a realidade humana a partir das condutas negativas e do Cogito. Seguindo esse
fio condutor, descobrimos que a realidade humana é Para-si. Será tudo que é? Sem sair de nossa atitude de
descrição reflexiva, podemos encontrar modos de consciência que parecem
indicar, mesmo conservando-se estritamente Para-si, um tipo de estrutura
ontológica radicalmente diverso. Esta estrutura ontológica é minha; é de mim mesmo que cuido e, no entanto, esse cuidado (cura) “para-mim” revela um ser que é meu sem ser-para-mim.
O perigo mora no lado esquerdo do peito
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O
coração das mulheres é mais vulnerável a infartos do que se supunha. Para
protegê-las, a Associação Americana do Coração está lançando uma cartilha
destinada a elas com recomendações mais rigorosas.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Parlamentares votam o Código Florestal na manhã desta quarta-feira
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Principal ponto de divergência diz respeito à reserva legal nas
propriedades de até quatro módulos fiscais
A Câmara e o Planalto empurraram para a manhã desta quarta-feira a
votação do novo Código Florestal. O projeto será votado em sessão
extraordinária na Câmara dos Deputados, a partir das 9h.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Geladeira de solteiro
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Lar
de solteiro não significa que estará desarrumado, com pilha de louça para lavar
e parte das lâmpadas queimadas. O que diferencia o apartamento de alguém que
vive sozinho do espaço de casais e de agrupamentos familiares são os sachês da
geladeira. Centenas de sachês de mostarda e catchup ocupando as fôrmas dos
ovos.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
A Polícia Rodoviária ensina a dirigir sem carteira
O
senador Aécio Neves viveu um pesadelo inesperado. Parado numa blitz no Rio de
Janeiro, recusou-se a fazer o teste do bafômetro e foi flagrado com a carteira
de habilitação vencida. Em se tratando de um potencial candidato à Presidência
da República, a conduta ilegal teve repercussão ruidosa. Poderia dirigir o país
um homem que dirige seu próprio à margem da lei? O senador mineiro submergiu,
afastando-se dos holofotes para tentar aplacar o prejuízo político. Mas sabia
ele que estava se preocupando à toa.
domingo, 8 de maio de 2011
Clarice Lispector
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Tchetchelnik,
Ucrânia, 1925 -- (*)
Rio
de Janeiro, Brasil, 1977
Nascida
na Ucrânia, mudou-se cedo, com a família, para o Brasil. Viveu sua infância em
Recife, transferindo-se para o Rio de Janeiro em 1937. Cursou Direito e estreou
na literatura com o romance Perto do
coração selvagem, obra que foi bem acolhida pela crítica e que lhe valeu o
Prêmio Graça Aranha. Em 1944, viajou para Nápoles, onde serviu em um hospital
da Força Expedicionária Brasileira. De volta ao Brasil, publicou O lustre. Viveu na Suíça e nos Estados
Unidos, vindo a fixar-se, depois, no Rio de Janeiro. Sua obra expressa uma
visão existencialista da vida humana, versada em vocabulário simples, com uma
estrutura frasal elíptica e complexa. Sua ficção transcende o tempo e o espaço,
abordando situações-limite em que as personagens expõem suas paixões e seus
estados de alma. Para isso, a escritora serviu-se da análise psicológica e do
monólogo interior. É considerada uma das mais importantes escritoras da
literatura brasileira.
Obras principais: Perto do coração selvagem, 1944; O lustre, 1946; A cidade sitiada, 1949; Laços
de família, 1960; A legião
estrangeira, 1964; A paixão segundo
GH, 1964; A hora da estrela,
1977.
Este pó branco também mata?
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Que o açúcar
engorda todo mundo sabe. Agora, um pesquisador americano diz que ele é perigoso
como o cigarro e o álcool – e pode causar câncer.
De
tempos em tempos surgem estudos sobre alimentação que parecem ter sido criados
com o objetivo de acabar com a graça da vida. Quase tudo o que a maioria das
pessoas adora comer já foi condenado. Carnes vermelhas com doses generosas de
gordura, ovos fritos de gema molinha, pipoca de cinema sem economia de sal,
bombons de comer de joelhos... O jeito de conciliar prazer e vida saudável,
dizem os médicos, é cair em tentação só de vez em quando. No caso do açúcar, no
entanto, uma corrente médica afirma que nem moderação resolve. “Açúcar é veneno.
Deveria ser considerado tão ruim e viciante quanto o cigarro e o álcool”, diz o
endocrinologista Robert Lustig, da Universidade da Califórnia. “As pessoas
comem doce em todas as refeições. Deveriam fazer isso, no máximo, uma vez por
sema”. Lustig tornou-se conhecido fora do círculo acadêmico depois que o vídeo Sugar: the bitter truth (Açúcar: a
verdade amarga) foi postado no YouTube, em 2009. Desde então, mais de 1 milhão
de pessoas assistiram à aula de 1 hora e 26 minutos pela internet. Por que
Lustig tem conseguido tanta atenção?
"Um João e sua Maria (parte I)", por Hhp
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Além das artes pessoais e da amplitude do silêncio, o único gozo de José,
naquela insone noite de verão, permanecia entrelaçado no sorriso da mulher.
Recostado em sua cadeira de vime, no alpendre da casa em que compunha seus
rocks rurais, o jovem degustava, agraciado por uma indolente brisa do vento
norte, os segredos de Ovídio. Em sua famigerada vontade de encontrar um amor,
aportou grandiosa esperança na sagacidade do imprevisto. Lembrou, no repente de
um suspiro, da última vez em que os olhos da ex-namorada lhe convidaram ao
pecado. Largou livro e lápis, levantou-se e foi até o jacarandá, alguns metros
adiante do lugar onde estava. Dali, entre um gole de rum e outro, fantasiou
desesperadamente o nó da solidão, desfeito. Entreviu, então, no Cinturão de Órion e nas
benditas Três Marias, a vontade pelo seu brado de luta a coração (des)armado.
Decidiu, naquele arrastado blues que tocava em seu violão, armar-se de suas
principais virtudes e sair à procura de sua Afrodite. Esperou findar a música,
acendeu um cigarro e tagarelou com Ursa Maior: queria um presente antecipado
para ela, queria gracejá-la com o sumo de seus desejos e de sua boa
aventurança, de sua errância e essência nua. Recorreu, e não poderia ser
diferente, aos versos e às tintas. Rascunhou alguns desajeitados traços em um
guardanapo e, sujo de sangue o dedo, pelos insistentes acordes pestanejados,
decidiu que arderia na fronte de seu desenho, como que em almejo de graça e poder,
a bela figura de uma flor.
"Só dela", por Hhp
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Com a mão no pescoço, e os dedos
entre a orelha e a nuca, em instante recíproco de perdoado atrevimento,
sussurrava algumas palavras de desejo. Entre mudos e calados, versos lhe diziam
que, tal a aurora naquela esplêndida manhã de verão, sua vontade era de
construir história.[...]
Casamento é muito caro
Tenho
um amigo que passou a vida inteira me dizendo que, se fosse homossexual, teria
uma vida financeira feliz, pois paga duas pensões alimentícias para duas
ex-mulheres que o crucificam economicamente.
Pois
desde quinta-feira o meu amigo não pode mais dizer-me isso: o Supremo Tribunal
Federal decidiu que daqui por diante as uniões estáveis entre gays serão
suscetíveis de partilhas de bens, pensão alimentícia e herança.
Ou
seja, se meu amigo fosse homossexual, isso não o livraria dos tributos da
separação.
sábado, 7 de maio de 2011
Rosadinho bem-vindo?
Depois de
uma taça de vinho, parece normal ficar com as bochechas vermelhas. Até que um
dia esse rubor vem acompanhado de espinhas e veias salientes. É a rosácea,
doença ainda sem cura, mas com tratamentos cada vez mais eficazes. Vogue investiga.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
O governo mudará regras de pensões por morte
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O ministro da Previdência, Garibaldi Alves, traçou
ontem um quadro pessimista para o setor. Ele disse que está em andamento um
estudo muito profundo para limitar os critérios de concessão de pensões por
morte no Brasil. Ele confirmou que o ministério analisa um conjunto de normas
para disciplinar a concessão do beneficio. Segundo Garibaldi, atualmente não há
regras para o recebimento de pensão por morte, o que pode causar problemas no
futuro para a Previdência.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Elogio da loucura
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[...]
Portanto, sabeis agora o meu nome, homens... Mas que epíteto poderei
aplicar-vos? Sem dúvida, o de estultíssimos!
Que vos parece? Poderia, acaso, a deusa Loucura dar epíteto mais digno aos seus
adoradores, aos iniciados nos seus mistérios? Como, porém, poucos dentro vós
conhecem a minha genealogia, vou procurar informar-vos a respeito com o auxílio
das musas.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Vladimir Nabokov
São
Petersburgo, Rússia, 1899 -- (*)
Montreaux, Suíça, 1977 -- (+)
De família aristocrática, fugiu
da Rússia em 1919, radicando-se em Berlim, onde seu pai, ativista liberal, foi
assassinado. Em Londres, iniciou o curso de Zoologia da Universidade de
Cambridge, mas se formou em literatura Russa e Francesa. Publicou o primeiro
romance em 1926, Machenka, de forte
teor autobiográfico. Em 1940, Nabokov mudou-se para os Estados Unidos,
naturaliando-se americano e trabalhando como professor de russo e literatura
européia em diversas universidades. Escreveu também em inglês, língua para a
qual traduziu a maior parte de suas obras anteriores. Em 1955, tornou-se
popular com o romance Lolita, que
escandalizou os leitores por tratar da paixão de um intelectual maduro, europeu
e exilado, por uma menina de doze anos. Além da ironia e do senso de humor, o
domínio da linguagem ficcional e das técnicas narrativas contribuíram para
consagrar Nabokov como um dos renovadores do romance no século XX.
Obras
principais: Machenka,
1926; A defesa, 1929; Riso no escuro, 1938; Lolita, 1955.
Um violão de diamante
A cidade mais próxima fica a trinta quilômetros da colônia penal. Vários
bosques de pinheiros separam a colônia da cidade, e é nesses bosques que
trabalham os condenados, sangrando as árvores para coletar resina. A própria
prisão fica no meio de um bosque, no final de uma estrada esburacada de terra
vermelha, com arame farpado subindo pelos muros como uma trepadeira. Lá vivem
cento e nove brancos, noventa e sete negros e um chinês. Há dois dormitórios –
grandes barracões de madeira com teto revestido de papel alcatroado. Os brancos
ocupam um; os negros e o chinês, o outro. Em cada dormitório há uma estufa
bojuda, mas ali os invernos são frios, e à noite, com os pinheiros oscilando
gelidamente e a luz frígida da lua, os homens ficam acordados, estendidos nos
catres de ferro, com as cores chamejantes da estufa brincando em seus olhos.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
"Dúvida", por Hhp

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Crimes de mesmo sangue,
entre os nós do desejo,
nestes repentes de graça,
boa aventurança e paz,
nestes quebrantes do tempo,
marcados à chama da vontade,
da sabedoria e dos passos,
fulminam os corações
com a mais voluptuosa dúvida:
Terá mesmo evaporado tudo
na distância entre a boca
e o beijo?
A morte de Bin Laden: “Nós matamos Osama bin Laden”
__________
Nove anos, sete meses e 20 dias depois de os atentados terroristas de 11 de Setembro o converterem no inimigo número 1 dos Estados Unidos e aliados, o homem mais procurado do mundo foi declarado morto.
Nove anos, sete meses e 20 dias depois de os atentados terroristas de 11 de Setembro o converterem no inimigo número 1 dos Estados Unidos e aliados, o homem mais procurado do mundo foi declarado morto.
– Nós matamos Osama bin Laden – afirmou o presidente americano, Barack Obama, na TV, por volta da 0h30min de hoje (horário de Brasília).

























