Um pouco mais de paciencia

Um petisco!


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Capítulo dos Chapéus


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Musa, canta o despeito de Mariana, esposa do bacharel Conrado Seabra, naquela manhã de abril de 1879. Qual a causa de tamanho alvoroço? Um simples chapéu, leve, não deselegante, um chapéu baixo. Conrado, advogado, com escritório na Rua da Quitanda, trazia-o todos os dias à cidade, ia com ele às audiências; só não o levava às recepções, teatro lírico, enterros e visitas de cerimônia. No mais era constante, e isto desde cinco ou seis anos, que tantos eram os do casamento. Ora, naquela singular manhã de abril, acabado o almoço, Conrado começou a enrolar um cigarro, e Mariana anunciou sorrindo que iao pedir-lhe uma coisa.

O Direito hoje e com que sentido?


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Ninguém pensará que me atrevo a um excesso de originalidade se disser que o direito se nos revela hoje fortemente problemático. E no sentido exactamente de que se volveu um problema – e problema radical. É que não suscita já só a interrogação pela determinação e fundamentação do ser direito, i. é tanto a interrogação ontológica (“ontológica” no sentido tradicional ou de intenção verdadeiramente só ôntica, e a traduzir-se em diversos ontologismos) como a interrogação pelo seu fundamento normativo. Pois seja embora esse já um perguntar que ao direito em si se dirige, e por isso se pretende fundamental, não ele de pressupor subsistente (e subsistente num qualquer seu essencial sentido) o direito interrogado e que apenas se haveria de ontologicamente e fundamentantemente compreender. Ora é esta tranquilidade de pressuposição (pressuposição de ser e de sentido, ainda que porventura por esclarecer esses mesmos ser e sentido) que não pode se ra nossa hoje. A problematicidade actual do direito vai ao ponto de atingir inclusivamente a sua subsistência, o qua tale do direito, ao pôr justamente em causa não só o seu verdadeiro sentido, mas a possibilidade mesma do seu sentido.

A existência do outro


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I – Problema

Descrevemos a realidade humana a partir das condutas negativas e do Cogito. Seguindo esse fio condutor, descobrimos que a realidade humana é Para-si. Será tudo que é? Sem sair de nossa atitude de descrição reflexiva, podemos encontrar modos de consciência que parecem indicar, mesmo conservando-se estritamente Para-si, um tipo de estrutura ontológica radicalmente diverso. Esta estrutura ontológica é minha; é de mim mesmo que cuido e, no entanto, esse cuidado (cura) “para-mim” revela um ser que é meu sem ser-para-mim.

O perigo mora no lado esquerdo do peito


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O coração das mulheres é mais vulnerável a infartos do que se supunha. Para protegê-las, a Associação Americana do Coração está lançando uma cartilha destinada a elas com recomendações mais rigorosas.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Parlamentares votam o Código Florestal na manhã desta quarta-feira


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Principal ponto de divergência diz respeito à reserva legal nas propriedades de até quatro módulos fiscais

A Câmara e o Planalto empurraram para a manhã desta quarta-feira a votação do novo Código Florestal. O projeto será votado em sessão extraordinária na Câmara dos Deputados, a partir das 9h.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Geladeira de solteiro


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Lar de solteiro não significa que estará desarrumado, com pilha de louça para lavar e parte das lâmpadas queimadas. O que diferencia o apartamento de alguém que vive sozinho do espaço de casais e de agrupamentos familiares são os sachês da geladeira. Centenas de sachês de mostarda e catchup ocupando as fôrmas dos ovos.

Eric Bibb - Needed time


segunda-feira, 9 de maio de 2011

A Polícia Rodoviária ensina a dirigir sem carteira





O senador Aécio Neves viveu um pesadelo inesperado. Parado numa blitz no Rio de Janeiro, recusou-se a fazer o teste do bafômetro e foi flagrado com a carteira de habilitação vencida. Em se tratando de um potencial candidato à Presidência da República, a conduta ilegal teve repercussão ruidosa. Poderia dirigir o país um homem que dirige seu próprio à margem da lei? O senador mineiro submergiu, afastando-se dos holofotes para tentar aplacar o prejuízo político. Mas sabia ele que estava se preocupando à toa.
 
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